Concluímos que a existência
é estar perdido na barba branca de uma festa
que de língua e desgosto,
uma honestidade de plástico
que se molda em torno da condição.
Na emancipação recordam-se as viagens
o vento severo dos voos
que nos atiram para o chão das nações
pousar o medo na tua boca
rever o silêncio
para antever o ruído.
Há na terra florida um desespero único
um olhar inquieto que se rebola nas imperfeições
características da
nossa formatação
eternamente combatida.